
Estocadas violentas ao ritmo de gemidos sonoros. Tudo caía da mesa , lançados pela intensidade de dois corpos entregues á loucura divina. Contorcia-se arranhando-me os braços em lânguidos
anacolutos que apenas faziam aumentar a violência das nossas coxas
entrechocando-se. Aquele som de tesão encharcada que nos endoidecia ainda mais e mais.
Crescendo de animalidade buscando a cada movimento de ancas a profundeza do seu ser. Arrancar-lhe gritos mais fortes como me pedia que a fodesse. Atingiu como eu o queria. Aquele estado de demência que todos nós , homens, ansiamos. Virou puta em palavras e gestos...e a partir daí ...fodia como tal. Desvairadamente enterrada pelo meu sexo que a preenchia.
Invadia-lhe a intimidade traseira com um dedo e sabia o que sucederia. Simulacro de ser possuída em simultâneo ... "ubiquidade" minha.
Num espasmo violento e descontrolado ofereceu-se a ela e a mim orgasmos espafatosos e dementes.
E segui-a...sem aguentar o fluxo que jorrava incessante. Escaldando-me por dentro....escaldando-a por dentro. Acabando por não saber ... quem possuiu quem.
...
*(Lembrar-me de apertar os parafusos da mesa ...)