Mostrar mensagens com a etiqueta ...♀.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ...♀.... Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Vento

Uiva o vento fora
Em brados enraivecidos
Uivas tu dentro
em gemidos ensandecidos

Teu corpo curvado
traseiro montado
phalo meu cravado
em teu cono encharcado

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Despe-te



! Despe-te !
Mostra-me 
O que de ti me encanta
O que de ti me seduz
Longe do tocar
Pedacos de ti 
Que as noites me atormentem
em mil e um sonhos de pecado
fragmentos do teu corpo
que colo da minha mente
(desafiada ? ... )

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Embriaga-me


Embriaga-me de ti
Em ondas de tuas ancas
De suaves a revoltas
espraiando-me na  boca
 teu sal que me atica
gosto e garganta
Que ecoe na noite
o vendaval do teu gemer

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Sonhei

Sonhei
Teu corpo de mulher
Contornos em caricias de meus dedos
subindo e descendo por vales e colinas
de tua pele sedosa e quente
Mil beijos pousados e deslizados
teus seios apertados
teu ventre escaldante
Sonhei
Tuas coxas abertas
Em meus ombros pousadas
Sexos roçados
E tão encharcados
Gemidos abafados e dedos entrelaçados
Sonhei
Teus olhos fitados
Teus lábios beijo pousado
meu phalo em ti cravado
(vontade insana)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ode às Mamas



Amo-as,
leitosas, grandes, pequenas
mordazes, envergonhadas,
Contemplo-as
levantadas, deitadas,
suaves, duras,
Admiro-as
fofas, moles,
espetadas, achatadas,
Venero-as
gordas ou magras,
imponentes e timidas,
escondidas, provocantes
Fito, palpo, massajo,
mordisco, acaricio;
Beijo-as

(e as tuas...atreves-te?)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Pecado


Embriaguez de palavras
nem letra seria
louca em momentos
de encontros desencontrados
oferecida em imagem
para sempre gravada
Tortuosa na paixão
Doce no beijar
Ardente na cama
Consome-me na ausência
em mil chamas de desejo
Fugaz a miragem
como outrora tomada
de joelhos ou virada
em cama de pecado

(pecados bons ... )

Gélida a gota



Gotas de vapor quente onde olhos fechados desenho contornos do teu corpo.
Movimentos de mãos minhas aperto estreito do teu sexo. 
Insatisfação no prazer que o desejo consome ensandecido.
No espelho o vislumbre é a face lisa da tua ausência
E ás gotas que me escorrem pela pele uma de sabor sal desliza solitária. 
Gélida.
Leva nela pranto da minha alma.

Fogo a cor


Saltitei sarda em sarda
pele branca corpo sarapintado
ruivo fogo cabelo
lábios vermelho quente
Deslizei entre mamilos
pelo umbigo até ao afluente
Por gemidos teus anuente
Estertor de ancas mulher perdida
Em ti língua minha deliquente
Gritaste teu vir vencida

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Um carro parado


Noite caída....carro parado...chuva a cântaros... porta aberta...
...beijo trocado...
...silêncio...línguas tocadas...
...sem espera...sem pudor...
...deitada...coxas abertas...cuequinha afastada...
...dedos de ti molhados...
...provar-te...degustar-te...
...deliciar-me...deliciar-te...
...o teu vir...
...beijar-te...
...em silêncio...
...sair...

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Dueto


                                              "Vieste ter comigo, 
Sorriso tímido o nosso
Escondo
Latejar do meu desejo
                                                entraste no meu pequeno 
                                                mundo, 
                                                esse olhar envolvente,
Prender-te colada
Saborear teus lábios
                                               "desejo que me agarres, 
                                                beijes, 
                                                sintas o meu cheiro
Deslizei meus dedos
Tuas coxas humedecidas
Encharquei-os
                                               "...abracei-te, senti o teu corpo 
                                                envolver o meu , beijamos-nos,
Línguas ensandecidas
Em bocas trocadas 
                                                levantaste-me o vestido, 
                                                senti teus dedos roçar a minha 
                                                vagina humedecida de prazer
Roço dedos em rio de prazer
Onde já minha boca bebeu
                                                Viro-me
                                                ...minhas ancas rodopio
                                                entra em mim ...

Uma loja fechada
Trauseuntes na calçada
Carros na estrada
Tu debruçada
Numa mesa deitada
                                                Possui-me !
                                                Toda !
                                                ... Mete-ma !

Ancas prisioneiras
Meus dedos garras
phalo por inteiro
Entro!
                                                Gemo !  
                                                Prazer !
Indo e vindo
Lento
Enchendo-te de mim
                                                Vivo este momento ...
                                                Gemo !
Vir meu!
                                                Venho-me...inundada de ti!"


(essa loja ... o reservado )

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Hoje


Esta vontade premente 
do calor de teus lábios
Do toque suave de teus dedos
Hoje!?

sábado, 8 de outubro de 2011

Uivaste moura

Uivaste moura de pele alva
Conquistada por porta de fortaleza trancada
espada minha nas entranhas do teu ser
balbuciaste rezas que de perto nao escutei
Ensurdecido numa tarde de sol quente
Uivaste moura minha espada dentro
Como Ceuta um dia tomada

Tu

Sei e juro
que Sol  e Lua se levantam

um no teu amanhecer
a outra no adormecer
os pássaros chilreiam tu nua poderem ver
É tua a beleza dos dois o replandescer

É teu corpo divina criatura eu querer
dia e noite por ele sofrer
como a chuva choro por gotas verter
e eu longe não to poder dizer

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Cavalgar-te


Cavalgar-te-ia na noite
de estrelas e luar
canção o teu gemer
embalando-me sem parar
Trespassando-te phalo meu
espada antes beijada

(com uma vontade aiiiiee...)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Perder a razão

Vontade louca
Num momento de demência
Perdida a razão
Deitar-te numa cama
Abrir-te as pernas
Foder-te sem parar
Enterrando-me sem dó
Estocadas profundas
Foder-te sem parar
Impropérios desvairados
o diabo corasse
Gritasses o meu nome
suplicando para parar
e eu
Fodendo-te sem parar
o meu jorro anunciar
e tu gemeres para continuar!

Lentamente...fundo

Em ti
Fundo
Na lentidão do prazer
Eternizei o momento
Possuí-te o corpo
Amei-te a alma

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Melodia

Quero ouvir de ti
a doce melodia do teu vir
Do meu teu corpo cobrir
Tua pele lingua minha sentir
De teus lábios beijo florir
Penetrando-te, toda tu possuir
Quero ouvir de ti
a doce melodia do teu vir

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ávido ... de ti

Sofreguidão minha
Dum gosto teu
Prisioneira de minhas mãos
Tuas ancas que se endoidecem
Gostar-te e violentar-te
De meus lábios e lingua ávida
O teu gemer que o grites

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Mãos

Queres-me pecador
Mão em frenesim
Violento-me assim
Perdido e em furor



terça-feira, 2 de agosto de 2011

Maldade III - Meretriz

Pura tu donzela?
mulher fiel mera miragem
numa cama de insalubre estalagem
fodes uivando, cadela

por detrás impeles-me tu;
teus quartos sela e eu encaixado
de trote ao galope desvairado
uivas tu, cavalgo eu, profanado tabu

Lamúrias remorsos de cú tomado
por outro que corno em vida juraste sentir
mas à noite meretriz, quando te cobrir
nao te dará coitado, o que de mim tiveste cravado